Rádio Conexão Católica

A VOLTA DO FILHO PRÓDIGO NO CORAÇÃO DA MEDALHA DO JUBILEU

A partir de 4 de janeiro de 2016 a medalha oficial do Jubileu Extraordinário da Misericórdia estará disponível na Administração do Patrimônio da Sé Apostólica do Estado da Cidade do Vaticano e nas diversas sedes da Livraria Editora Vaticana (LEV).

O Pai que perdoa e acolhe o seu filho que retorna. Esta clássica imagem está impressa na medalha oficial do Jubileu da Misericórdia. Uma medalha de 50 mm de diâmetro que contém os símbolos e as palavras fundamentais para a vida de cada cristão e que evocam imediatamente o significado profundo que o Papa Francisco quis dar para este Ano Santo Extraordinário.

Brasão do Papa Francisco

Numa das faces da medalha está impresso o brasão do Santo Padre com o contorno escrito em latim Iubilaeum Extraordinarium Misericordiae (Jubileu Extraordinário da Misericórdia). Embaixo, o nome da artista autora da obra, Mariangela Crisciotti, de 33 anos. Na borda, lê-se E Civitate Vaticana, “Da Cidade do Vaticano”, com o número da medalha.

No centro da medalha, uma imagem inspirada na pintura  “A volta do filho pródigo”, de Rembrandt

No verso, uma imagem baseada na célebre pintura de Rembrandt “A volta do filho pródigo”, inspirada na Parábola do Filho Pródigo, descrita no Evangelho de Lucas. Particularmente significativo é o fato de que uma das mãos do Pai nas costas de seu filho tem um traço claramente masculino, enquanto a outra feminino, como que querendo significar que o perdão é do Pai, mas passa pelo ministério da Igreja. No entorno está escrito In Aeternum Misericordia Eius, “Eterna é a sua misericórdia”, o refrão presente após cada versículo do Salmo 136 e que é citado três vezes na Bula de convocação do Jubileu, Misericordiae Vultus.

A riqueza dos símbolos cristãos

Cada exemplar vem acompanhado por um certificado de garantia, numerado, com um carimbo da Secretaria de Estado e da Casa da Moeda do Estado Italiano. A medalha é formada por um relevo em bronze, obra da escultora Daniela Fusco, ornamentado nas duas laterais por ramos de videira simbolizando a Eucaristia e evocando o Povo de Deus como a “Vinha do Senhor”, e o pavão, que na iconografia dos primeiros cristãos, simbolizava a ressurreição e a vida eternar. Uma vida, portanto infinita, como infinita é a Misericórdia do Pai.