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21 de Junho: Igreja celebra dia de São Luís Gonzaga e dia do Seminarista

Neste último domingo (21), celebramos a memória de São Luiz Gonzaga, protetor dos jovens e dos estudantes, que Dom Bosco no início do oratório colocou como modelo de santidade aos seus jovens.  Celebrando São Luiz a Igreja recorda também os seminaristas que se preparam para o sacerdócio.

Seminário Diocesano São João Paulo II

A vida do seminarista passa pelas quatros  dimensões: espiritual, pastoral, intelectual e humana. Esses aspectos se desenvolvem no dia a dia por diversas atividades que têm o objetivo de realizar essa formação na prática.

As diversas atividades são as orações da liturgia das horas, a missa diária, os estudos nas faculdades de Filosofia e Teologia, a atividade esportiva semanal, as refeições em comum, a direção espiritual, as formações especificas, a disciplina regrada pelos formadores e as atividades pastorais nas paróquias aos fins de semana.

São muitas as atividades e responsabilidades assumidas ao longo da formação no seminário, e em todas o que se registra é a alegria de viver a vocação sacerdotal nesse estágio inicial tão bem cuidado pela Santa Igreja.

Em nossa Diocese, contamos atualmente com 24 seminaristas, sendo dez no Seminário Propedêutico, sete no Seminário de Filosofia e sete no Seminário de Teologia.

Elevamos a Deus um grande louvor pela vida e o chamado dos nossos seminaristas.

São Luís Gonzaga

Luís Gonzaga nasceu no dia 9 de março de 1568, na Itália. Foi o primeiro dos sete filhos de Ferrante Gonzaga, marquês de Castiglione. Seu pai, que servia ao rei da Espanha, sonhava ver seu herdeiro e sucessor ingressar nas fileiras daquele exército. Por isso, desde pequenino, Luís era visto vestido como soldado, marchando atrás do batalhão ao qual seu pai orgulhosamente servia.
Entretanto, Luíz não desejava essa carreira, pois, ainda criança fizera voto de castidade. Quando tinha dez anos, foi enviado a Florença na qualidade de pajem de honra do grão-duque de Toscana. Posteriormente, foi à Espanha, para ser pajem do infante dom Diego, período em que aproveitou para estudar filosofia na universidade de Alcalá de Henares. Com doze anos, recebeu a primeira comunhão diretamente das mãos de Carlos Borromeu, hoje santo da Igreja.
Desejava ingressar na vida religiosa, mas seu pai demorou cerca de dois anos para convencer-se de sua vocação. Até que consentiu; mas antes de concordar definitivamente, ele enviou Luíz às cortes de Ferrara, Parma e Turim, tentando fazer com que o filho se deixasse seduzir pelas honras da nobreza dessas cortes.
Luíz tinha quatorze anos quando venceu as resistências do pai, renunciou ao título a que tinha direito por descendência e à herança da família e entrou para o noviciado romano dos jesuítas, sob a direção de Roberto Belarmino, o qual, depois, também foi canonizado.
Lá escolheu para si as incumbências mais humildes e o atendimento aos doentes, principalmente durante as epidemias que atingiram Roma, em 1590, esquecendo totalmente suas origens aristocráticas.
Luíz Gonzaga morreu com apenas vinte e três anos, em 21 de junho de 1591. O papa Bento XIII, em 1726, canonizou Luíz Gonzaga e proclamou-o Padroeiro da Juventude. A Igreja de Santo Inácio, em Roma, guarda as suas relíquias, que são veneradas no dia de sua morte. Enquanto a capa que são Luís Gonzaga usava encontra-se na belíssima basílica dedicada a ele, em Castiglione delle Stiviere, sua cidade natal.

PALAVRA DO BISPO

Dom Gorgônio Alves da Encarnação Neto

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