Um ano se passou desde que a Diocese de Itapetininga acolheu, com alegria e esperança, o seu novo pastor: Dom Luiz Antonio Lopes Ricci. No dia 24 de abril de 2025, a Catedral Nossa Senhora dos Prazeres, em Itapetininga, esteve completamente lotada por fiéis, religiosos e autoridades eclesiásticas e civis que, unidos em oração, testemunharam a posse canônica daquele que passaria a conduzir a Igreja particular com zelo, proximidade e espírito missionário. Foi um momento marcante, repleto de emoção, que permanece vivo na memória do povo de Deus.
Ao longo deste primeiro ano de ministério episcopal na Diocese de Itapetininga, Dom Luiz tem se destacado por seu estilo pastoral próximo, acolhedor e profundamente comprometido com a missão evangelizadora da Igreja. Sua presença constante nas paróquias, comunidades e eventos diocesanos revela um pastor que conhece suas ovelhas, caminha com elas e partilha suas alegrias e desafios. Mais do que um administrador, ele se mostra um verdadeiro pai espiritual, atento às necessidades do povo e aberto ao diálogo.
Marcado por uma profunda espiritualidade mariana, Dom Luiz manifesta grande devoção à padroeira da Diocese, Nossa Senhora dos Prazeres. Sua confiança filial na intercessão de Maria é frequentemente expressa em suas palavras e atitudes, recordando ao povo que a Mãe sempre acolhe, cuida e conduz seus filhos a Cristo. Não é raro ouvi-lo incentivar a oração e a devoção, especialmente com o convite simples e profundo: “Rezar a Hora da Mãe com a oração do Angelus”. Em sua espiritualidade, transparece a certeza de que, onde há amor, Deus se faz presente, como ele mesmo costuma afirmar: “Onde reina o amor, Deus aí está”. E, com humildade, também testemunha constantemente sua “gratidão”, palavra que se tornou marca de seu pastoreio.
O bispo, como sucessor dos apóstolos, desempenha um papel essencial na vida da Igreja, sendo sinal de unidade e comunhão. Neste sentido, Dom Luiz tem fortalecido os laços com o clero, incentivando a fraternidade sacerdotal e promovendo momentos de formação, espiritualidade e convivência. Sua proximidade com os padres reflete diretamente na vitalidade das comunidades, que encontram, por meio desse vínculo, um caminho seguro de orientação e crescimento na fé.
Além disso, seu pastoreio tem sido marcado pelo incentivo à participação ativa dos leigos, valorizando os diversos ministérios e serviços presentes na Diocese. Com olhar atento aos sinais dos tempos, Dom Luiz tem motivado a Igreja local a ser cada vez mais missionária, anunciando o Evangelho com coragem e alegria. Seu testemunho inspira uma Igreja viva, comprometida com a justiça, a solidariedade e a esperança.
Ao recordar este primeiro ano, é impossível não reconhecer os frutos já visíveis de seu ministério: uma Diocese fortalecida na fé e animada na missão. Cada visita pastoral, cada celebração e cada gesto de proximidade reforçam o compromisso de Dom Luiz com o cuidado do povo que lhe foi confiado. Sua liderança serena e firme tem sido um sinal de Deus para todos, sempre sustentada pela confiança na intercessão materna de Maria.
Dom Luiz Antonio Lopes Ricci nasceu em 16 de maio de 1966, na cidade de Bauru. Foi ordenado presbítero em sua terra natal no dia 10 de julho de 1997. Em 10 de maio de 2017, foi nomeado bispo auxiliar da Arquidiocese de Niterói (RJ) pelo Papa Papa Francisco, recebendo a ordenação episcopal em 16 de julho do mesmo ano, no Santuário do Sagrado Coração de Jesus, em Bauru. Três anos depois, em 6 de maio de 2020, foi nomeado bispo da Diocese de Nova Friburgo (RJ). Em 25 de fevereiro de 2025, foi designado como o segundo bispo da Diocese de Itapetininga (SP), tomando posse canônica no dia 24 de abril de 2025, na Catedral Nossa Senhora dos Prazeres.
Dom Luiz possui sólida formação acadêmica: é graduado em Teologia pela Faculdade João Paulo II e licenciado em Filosofia pela Universidade do Sagrado Coração (1996). É mestre (1999) e doutor (2007) em Teologia Moral pela Pontifícia Universidade Lateranense, em Roma. Antes do episcopado, desempenhou diversas funções na Diocese de Bauru: foi pároco, administrador paroquial, reitor do Seminário Provincial Sagrado Coração de Jesus (2000–2004), coordenador diocesano de pastoral, assessor da Pastoral da Criança, vigário geral e membro do Colégio dos Consultores e do Conselho Presbiteral. Atuou também como professor titular e diretor da Faculdade João Paulo II, em Marília, nas áreas de Teologia Moral, Bioética e Virtudes.








