Nesta terça-feira, 16 de junho, os padres da Diocese de Itapetininga estiveram reunidos no Seminário Maior São João Paulo II para mais um encontro de formação permanente do clero. A atividade foi assessorada por Dom Cícero Alves de França, bispo auxiliar da Arquidiocese de São Paulo e vigário episcopal da Região Belém, que conduziu as reflexões sobre o tema “Identidade Presbiteral”.
A formação contou também com a presença do bispo diocesano, Dom Luiz Antonio Lopes Ricci, e proporcionou aos sacerdotes um importante momento de aprofundamento sobre a vocação, a espiritualidade e a missão do ministério presbiteral. Em um contexto marcado por constantes desafios pastorais e sociais, a formação permanente torna-se indispensável para fortalecer a vida espiritual dos sacerdotes, renovar o ardor missionário e favorecer uma atuação pastoral cada vez mais fiel ao Evangelho e às necessidades do povo de Deus.
Durante sua reflexão, Dom Cícero destacou aspectos fundamentais da identidade sacerdotal, ressaltando a centralidade de Cristo na vida do presbítero, a importância da comunhão com a Igreja e o testemunho de serviço e caridade que deve caracterizar o ministério sacerdotal. O encontro favoreceu ainda a partilha de experiências e a fraternidade entre os membros do clero diocesano.
Natural de Cajazeiras, no estado da Paraíba, Dom Cícero Alves de França nasceu em 1975. Foi ordenado sacerdote em 2006 para a Diocese de Campo Limpo e exerceu diversas funções pastorais e formativas. É mestre em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, tendo atuado em importantes serviços eclesiais ligados à formação, ao tribunal eclesiástico e à administração pastoral. Em 2020, foi nomeado pelo Papa Francisco como bispo auxiliar da Arquidiocese de São Paulo, recebendo a missão de colaborar na condução pastoral da maior arquidiocese do país. Atualmente, é vigário episcopal da Região Belém, uma das regiões episcopais da Arquidiocese.
O encontro reafirmou o compromisso da Diocese de Itapetininga com a formação permanente de seus sacerdotes, reconhecendo que o contínuo aprofundamento humano, espiritual, intelectual e pastoral é essencial para que o ministério presbiteral seja vivido com autenticidade, zelo missionário e fidelidade à missão confiada por Cristo à sua Igreja.





