D. Gorgônio aponta caminhos para viver a CF 2018

Na imagem, Dom Gorgônio lança texto-base da Campanha da Fraternidade 2018 no último sábado (10/02)

Desde o último dia 7, Dom Gorgônio tem apontado em seu perfil pessoal nas redes sociais caminhos para viver a CF 2018. São mensagens breves que indicam aos fiéis como viver bem a “Fraternidade e Superação da Violência” – tema da Campanha da Fraternidade 2018 – e, o lema inspirado no Evangelho de Mateus que diz “Vós sois todos irmãos (Mt 23,8). A presença virtual do bispo de Itapetininga iniciou em janeiro deste ano quando ele abriu um perfil pessoal na rede de relacionamento “Facebook”.

As reflexões vão de encontro com o texto-base da CF 2018 e com a Quaresma, tempo oportuno para uma mudança de vida e de atitudes. Confira algumas das mensagens:

“Buscar Justiça, jamais a vingança. Todos temos o direito de termos restaurado o que nos foi tirado, seja o bom nome, seja um bem material. Para isso existem as várias instâncias judiciais. A vingança, contudo é retaliação; é violência. A vingança não tem justificativa, nunca”. (publicada no dia 6 de fevereiro)

“Acolher o diferente. Permitir que o outro seja quem é, sem discriminá-lo ou excluí-lo. Posso não concordar com ele, mas jamais o condenarei por quem ele é. Respeito-o porque, como gente, ele é merecedor de respeito, independente de suas opções”. (publicada no dia 8 de fevereiro)

“Ser flexível. Quem não verga, quebra. A rigidez de quem é inflexível leva à violência até por situações sem importância. Se sou flexível, me ajusto ao momento e às pessoas, sem, é claro, repudiar ou renunciar a quem sou”. (publicada no dia 9 de fevereiro).

“Ter paciência. Cada pessoa tem o seu ritmo de pensar e de agir. É necessário aprender a conviver para não forçar o outro a andar mais depressa do que consegue. Ao ser paciente, eu dou ao outro a possibilidade de viver a vida segundo quem ele é”. (publicada no dia 14 de fevereiro)

“Não corrigir para humilhar. A correção só tem sentido quando tem como objetivo o bem do outro. Mas é improdutiva, e pode levar à violência, quando feita para diminuir ou “provar” ao outro que ele é o culpado, ou que é menos capacitado do que imagina. Sem amor a correção pode ser não apenas inútil, mas também agressiva”. (publicada nesta quinta-feira, 15).

Para acompanhar as reflexões, ACESSE AQUI.

Foto: Paróquia Santa Cruz/Distrito da Varginha/Itapetininga-SP