Dom Gorgônio preside Santa Missa em ação de graças pelos 251 anos de Itapetininga

Na última sexta-feira (05), a cidade de Itapetininga, sede de nossa Diocese, completou 251 anos de emancipação política e administrativa. Para celebrar a data, o Bispo Diocesano, Dom Gorgônio, presidiu a Santa Missa na Catedral Nossa Senhora dos Prazeres em Itapetininga.

Durante sua homilia, Dom Gorgônio ressaltou a importância de preservar a memória de nossa cidade, mas que ainda temos muito que caminhar. ” A nossa cidade completa 251 anos e a nossa Paróquia também, dois séculos e meio, mas ainda temos muito que fazer, cada geração é um novo desafio, o mundo hoje é mais exigente e mais necessário na nossa missão evangelizadora” comenta o Bispo.

Lembrou também da retomada de nossas vidas após a pandemia e que o povo busque mais  Deus, ressaltando que a Igreja é o povo de Deus, e que temos que nos empenhar para o crescimento do reino de Deus. Dom Gorgõnio encerrou sua reflexão pedindo a intercessão de Nossa Senhora dos Prazeres, Padroeira da cidade de Itapetininga e de toda Diocese, para todo o povo Itapetiningano.

A celebração contou com a presença de autoridades da cidade, representantes de instituições e todo povo de Deus.

A primeira povoação surgiu em torno de um antigo pouso de bandeirantes, tropeiros ou negociantes de animais, nas proximidades do rio Itapetininga, nos séculos XVII e XVIII. Seu desenvolvimento começou por volta de 1750. Em cinco de novembro de 1770 o povoado foi erguido em vila – a Nossa Senhora dos Prazeres de Itapetininga -, tendo sido, na ocasião levantado o pelourinho. São considerados fundadores da cidade Simão Barbosa Franco e Salvador Oliveira Leme (o Sarutayá) são considerados os fundadores da cidade. A Vila foi elevada à categoria de cidade no dia treze de março de 1855. O município foi criado a primeiro de janeiro de 1771 e, no final do mesmo ano foi instalada a primeira paróquia – a Igreja da Matriz. A partir de então, Itapetininga começou a atrair comerciantes de todos os lugares do país. Não demorou muito para que os japoneses, libaneses, italianos e alemães viessem desfrutar de nossas riquezas, colaborando intensamente para o progresso que hoje se instala.

 

Fotos: Pascom Catedral