Esperados milhares de argentinos no Chile para visita de Francisco

A Argentina ainda não teve a alegria de receber a visita de seu filho amado, o Papa Francisco, que já passou no entanto por outros países latino-americanos, como Brasil, Bolívia, Equador, Paraguai, Cuba e México.

A estes se somará em setembro a Colômbia e em janeiro de 2018 o Peru e o Chile, este último, país vizinho da Argentina.

Reforço de pessoal na fronteira

Autoridades civis e a Igreja local estimam que mais de 1 milhão de argentinos devem atravessar a Cordilheira do Andes para ver Bergoglio. Neste contexto, os governos dos dois países já trabalham no sentido de “reforçar” suas equipes de fronteira.

“Em janeiro, tradicionalmente, a metade dos turistas que chegam ao país são argentinos. Sabemos que com a visita do Papa serão muito mais”, assegurou à Telam um dos responsáveis pela logística que chegou esta semana ao Vaticano para coordenar os aspectos da comunicação da viagem.

“Temos absoluta certeza que virão muitos”, acrescentou a fonte, confirmando ao mesmo tempo um “reforço” nas passagens da fronteira para garantir o acesso fácil e rápido e recordou que para o ano de 2017 está prevista a chegada ao país de 3,7 milhões de argentinos. Somente em janeiro passado foram 647.955.

Também já está confirmado que o Santo Padre pernoitará durante sua estadia no Chile na residencia da Nunciatura em Santiago, cidade onde presidirá uma celebração para uma multidão. O Papa também visitará Temuco e Iquique.

Organizadores da viagem no Vaticano

Esta semana chegou ao Vaticano um representante da Comissão eclesiástica de nove pessoas que organiza a viagem – acompanhado pela porta-voz da Presidente Michelle Machelet e encarregada das comunicações da viagem papal Haydeé Rojas – para tratar dos preparativos da sexta viagem de Bergoglio ao continente americano.