Instalação Canônica do Tribunal Eclesial de Itapetininga é na próxima quarta (19)

Daqui exatos sete dias, Dom Gorgônio realizará a Instalação Canônica do Tribunal Diocesano Eclesiástico de Itapetininga. A cerimônia de instalação iniciará às 17h30, do dia 19 de julho, na Catedral Nossa Senhora dos Prazeres, em Itapetininga (SP). Ainda no rito de instalação será empossado o Vigário Judicial, Pe. José Benedito Cardoso e demais oficiais.

Logo após o encerramento do rito, será celebrada a Santa Missa em ação de graças pelo aniversário de 19 anos de Instalação desta diocese e da Ordenação Episcopal de D. Gorgônio. Os bispos da sub-região de Sorocaba – composta pelas dioceses de Itapeva, Registro, Jundiaí e Arquidiocese de Sorocaba – , bem como, autoridades eclesiásticas e civis foram convidadas a participar das celebrações.

Todo o povo de Deus é convidado também a celebrar e participar esta data tão importante para nossa diocese!

Ampliação do prédio

A ampliação das salas do prédio para acomodação do Tribunal está chegando ao fim. As novas instalações estão compostas em três salas: duas para recepção de depoimentos e, uma para arquivo e consulta de processos”, explica Carmem Moresco, secretária de assuntos financeiros.

Tribunal Eclesial

Segundo Pe. Cardoso, um dos requisitos para instalação de um Tribunal é ter pessoas qualificadas para atuar como juízes (as), defensores do vínculo (as), advogados (as), notários (as), peritos (as). Já foram definidos três juízes com formação em Direito Canônico: os Padres José Benedito Cardoso, Lorival de Oliveira Pedro e Reinaldo Machado Ramos. Juntamente com estes, estarão os padres Rodrigo Côrrea Feitosa e André Viana (graduandos em Direito Canônico) bem como os diáconos Carlos Lourenço Guilherme e João Calil Vieira de Camargo.

O Bispo Diocesano é sempre o Moderador do Tribunal, no entanto, ele pode delegar a sua competência a outra pessoa que será designado Presidente do Tribunal.

Atualmente, a Diocese de Itapetininga tem em média 20 processos por ano. O tempo de espera para definir uma causa é de, aproximadamente, um ano e meio. Conforme o sacerdote, a grande maioria dos processos dizem respeito à questões relacionadas à nulidade matrimonial, mas existem também outros tipos de processos, como os que deliberam sobre questões penais ligadas a clérigos e leigos.

Foto: Assessoria de Comunicação/Diocese de Itapetininga