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Novena em louvor à Santa Rita de Cássia começa nesta quarta-feira (13) em Itapetininga

A Comunidade Santa Rita de Cássia, da Vila Olho d’água de Itapetininga,  inicia nesta quarta-feira (13), a novena em louvor à padroeira das causas impossíveis. As celebrações eucarísticas serão transmitidas ao vivo através da página oficial no Facebook. https://www.facebook.com/santarita.decassia.

Confira a programação:

Dia 13/05 – 19h30 – Santa Missa de Abertura – Tema: “Obediência aos superiores“.

Dia 14/05 – 19h30 – Santa Missa – Tema: “Amantes da Oração“.

Dia 15/05 – 19h30 – Santa Missa – Tema: “Fiel aos esposos“, final benção das esposas.

Dia 16/05 – 19h30 – Santa Missa – Tema: “Um coração de mãe para os filhos“, final benção dos jovens.

Dia 17/05 – 10h – Santa Missa – Tema: “Amante da vida religiosa“, final benção das crianças. Após a celebração acontecerá uma carreata saindo em frente a igreja que percorrerá as ruas com a imagem de Santa Rita.

Dia 18/05 – 19h30 – Santa Missa – Tema: “Profunda penitencia“, final benção dos desempregados.

Dia 19/05 – 19h30 – Santa Missa – Tema: “Adoradora do Crucificado“, final benção dos enfermos.

Dia 20/05 – 19h30 – Santa Missa – Tema: “Padroeira das causas impossíveis”, em intenção pelo fim da pandemia.

Dia 21/05 – 19h30 – Santa Missa – Tema: “Alegria dos pais na velhice“, benção dos pais.

No dia 22 (sexta-feira), Dia de Santa Rita de Cássia, haverá transmissão da Santa Missa às 9h, 15h e missa de encerramento às 19h30 com a benção das rosas. A comunidade pertence a Paróquia Sant`Ana e Santa Rita da Vila Santana.

Santa Rita de Cássia

A Santa das causas impossíveis nasceu em Roccaporena, uma pequena aldeia na prefeitura de Cássia, na Itália no ano de 1381. Filha de pais não afortunados, desde pequena sempre mostrou interesse pela religião e sempre que rezava dizia que um Anjo descia do céu para visitá-la.

Tanto que aos 13 anos já tinha o desejo de tornar-se monja agostiniana, mas para atender o desejo dos pais já idosos acabou casando-se cedo com um jovem chamado Paulo Ferndinando Mancini. Ele era conhecido por um temperamento bruto e rude, o que fez do casamento de 18 anos entre eles uma grande provação. Graças à bondade de seu coração e a sua fé inabalável, após muitas orações e pedidos, conseguiu converte-lo e proporcionar-lhe um pouco de alegrias antes que a morte trágica, fruto de seus atos anteriores, chegasse à família.

Após a morte do pai, os dois filhos do casal – João Tiago e Paulo Maria quiseram vingar sua morte e Santa Rita, orou para que Deus tirasse aquele desejo do coração de seus filhos e confessou que preferia que eles morressem e fossem levados ao Céu do que se sujar com aquele crime. Dito e feito, pouco tempo depois os dois adoeceram por conta de uma peste que assolou a região e acabaram por falecer.

Foi onde Santa Rita se viu sozinha e disposta a ir atrás de sua antiga vocação: tornar-se uma monja agostiniana. Foi negada por três vezes no mosteiro mas nem por isso desistiu ou deixou de visitar os pobres e enfermos e fazer caridade. Mas, em uma noite ela escutou uma voz a chamando e quando abriu a porta de casa viu três homens lá: Santo Agostinho, São Nicolau de Tolentino e São João Batista – seus santos protetores. Eles a conduziram até o convento, que estava com as portas trancadas, e a conduziram até o seu interior. As religiosas (que antes haviam recusado Santa Rita) ao acordar, ficaram surpresas de vê-la ali rezando na capela sendo que a porta estava fechada.

Após esse episódio, ela foi imediatamente aceita na Ordem como serviçal e mesmo com os afazeres rotineiros não deixou de orar e chegava a passar horas na frente da imagem de Jesus crucificado. Além disso, também não deixou de visitar os pobres e enfermos e enfrentar muitas dificuldades que fizeram-a testar ainda mais a sua fé.

Fonte: https://www.nossasagradafamilia.com.br/conteudo/historia-de-santa-rita-de-cassia.html

PALAVRA DO BISPO

Dom Gorgônio Alves da Encarnação Neto

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