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Paróquia Santo Antônio de Porangaba celebra seu padroeiro neste sábado (13)

A Paróquia Santo Antônio da cidade de Porangaba/SP, celebra neste sábado (13), o dia de seu padroeiro, um dos santos mais populares da Igreja. Devido a pandemia, não haverá festividades recreativas, somente religiosa. No sábado, Padre Tarcísio Gomes Lourenço, preside a Santa Missa às 19h30 com a tradicional bençãos dos pães.

No domingo (14), a celebração da Santa Missa acontece em três horários, 8h, 15h e 18h.  Nestes horários também haverá a benção dos pães. Vale ressaltar que todas essas celebrações terá um limite máximo de 30% da capacidade de fiéis na Igreja, conforme o Decreto Diocesano, respeitando o distanciamento e fazendo o uso obrigatório de máscaras e higienização com álcool em gel.

Para participar da Missa presencial, o fiel deve comparecer até a secretaria paroquial para retirar sua ficha, que deverá ser apresentada na entrada da Igreja momento antes da celebração. Essa medida se faz necessária, para obter o controle de pessoas no templo. O escritório paroquial funciona em horário comercial.

História de Santo Antônio

Santo Antônio nasceu em Lisboa, no ano de 1195, e morreu nas vizinhanças da cidade de Pádua, na Itália, em 1231, por isso é conhecido como Santo Antônio de Lisboa ou de Pádua. O nome de batismo dele era Fernando de Bulhões y Taveira de Azevedo.

Ainda jovem, pertenceu à Ordem dos Cônegos Regulares, tanto que pôde estudar Filosofia e Teologia, em Coimbra, até ser ordenado sacerdote. Não encontrou dificuldade nos estudos, porque era de inteligência e memória formidáveis, acompanhadas por grande zelo apostólico e santidade. Aconteceu que, em Portugal, onde estava, Antônio conheceu a família dos Franciscanos, que não só o encantou pelo testemunho dos mártires em Marrocos, como também o arrastou para a vida itinerante na santa pobreza, uma vez que também queria testemunhar Jesus com todas as forças.

Ao ir para Marrocos, Antônio ficou tão doente, que teve de voltar, mas, providencialmente, foi ao encontro do “Pobre de Assis”, o qual lhe autorizou a ensinar aos frades as ciências que não atrapalhassem os irmãos de viverem o Santo Evangelho.

Nesse sentido, Santo Antônio não fez muito, pois seu maior destaque foi na vivência e pregação do Evangelho, o que era confirmado por muitos milagres, além de auxiliar no combate à Seita dos Cátaros e Albigenses, os quais isoladamente viviam uma falsa doutrina e pobreza. Santo Antônio serviu sua família franciscana através da ocupação de altos cargos de serviço na Ordem, isso até morrer com 36 anos para esta vida e entrar para a Vida Eterna.

Benção dos pães

A história do “Pão de Santo Antônio” refere-se a um fato curioso: Antônio comovia-se tanto com a pobreza que, certa vez, distribuiu aos pobres todo o pão do convento em que vivia. O frade padeiro ficou em apuros, quando, na hora da refeição, percebeu que os frades não tinham o que comer: os pães tinham sido roubados. Atônito, foi contar ao santo o ocorrido. Santo Antônio mandou que verificasse melhor o lugar em que os tinha deixado. O irmão padeiro voltou estupefato e alegre: os cestos transbordavam de pão, tanto que foram distribuídos aos frades e aos pobres do convento.

Até hoje, na devoção popular, o “pãozinho de Santo Antônio” é colocado pelos fiéis nos sacos de farinha, com a fé de que nunca lhes faltará o que comer. Mais do que a lenda da origem do “Pão de Santo Antônio”, importa perceber toda a riqueza do seu simbolismo. Sem dúvida ele revela toda a riqueza da dimensão apostólica da vida de Santo Antônio.

O pão simboliza tudo. Simboliza a vida. Simboliza a fraternidade. Quando se diz que falta o pão, dizemos que falta a comida, falta o alimento, falta o necessário para a vida. Por isso, Jesus ensina a pedir o pão de cada dia, em outras palavras, que Deus nos conceda a vida, para que possamos realizar a sua vontade, para que o seu Reino venha, e, assim, seu nome seja santificado.

PALAVRA DO BISPO

Dom Gorgônio Alves da Encarnação Neto

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