Rádio Conexão Católica
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Paróquia São Roque – Campina do Monte Alegre

A Paróquia São Roque de Campina do Monte Alegre foi criada em 1998.

Comunidades Paroquiais: Matriz São Roque (Centro), Nossa Senhora Aparecida (Bairro do Salto); Bom Jesus ( Chácara dos Rochas); Nossa Senhora Aparecida (Bairro dos Aleixos); Comunidade Nossa Senhora da Conceição e São Jorge ( Centro); Nossa Senhora da Divina Providência (Vila Gomes); Sant’Ana (Bairro Barreiro dos italianos); São José (CDHU C e D); São José Operário (Faz. Chapadão); São Judas (CDHU A e B).

Pároco: Revmo Pe. Roberto Moreira da Silva.

Diácono: Renê Donizete Muncinhato.

Atendente Paroquial: Neila Maria Gomes Agapto.

Expediente: Segunda a Sexta dás  13h às 18h / Sábado 08h às 12h.

 

HORÁRIOS DE MISSA

Segunda-Feira: 15h

Sábado: 19h

Domingo: 08h; 10h e 19h

 

A Paróquia está localizada na Praça José Silva, s/nº, Centro, Campina do Monte Alegre- SP. O telefone da secretaria paroquial é (15) 3256 1466 e o email é [email protected]

 

História

Por volta de 1870 morava às margens dos rios Paranapanema e Itapetininga as famílias Gomes e Libâneo, que eram proprietárias das terras. Onório Gomes tinha apenas cinco anos quando saiu de sua casa em busca de animais pelos campos e acabou encontrando a imagem de um Santo dentro de um cupim. Na segunda vez que foi ao local, Onório levou a imagem para casa. A imagem tinha mais ou menos 20 cm, estava envolvida por um manto vermelho e tratava-se da imagem de São Roque.

Tempos depois, as famílias Gomes e Libâneo decidiram construir uma capela onde tinha sido achada a imagem. A capela de São Roque foi construída de pau à pique e coberta com folhas de indaiá. Com isso muitas pessoas começaram a mudar para a capelinha, como estava sendo chamado o local. Formou-se então ali um pequeno povoado. José Libâneo, Maria Martins Vieira, Domingos Soares Camacho, Manoel Antunes Rodrigues, Elias Seabra de Lima e Maria Theodoro de Arruda doaram as terras para formação do povoado em 1912. A partir daí o local passou a ser chamado de “Terras de São Roque”. Havia também na região outra família, a família Aranha, que diziam ser os proprietários da Terra de São Roque, devido a isso o local recebeu o apelido de “Campina dos Aranhas”.

“Campina dos Aranhas” foi rota do caminho ao sul, muitos tropeiros que por aqui passavam, acabavam por hospedar-se nos campos. Deixaram uma forte influência gaúcha.

Durante a Revolução de 1932, “Campina dos Aranhas” foi campo de batalha. Sendo o sineiro da igreja de São Roque, alvo de um dos bombardeios. As terras onde se fixaram os habitantes da Campina do Monte Alegre é banhado por dois rios, o rio Itapetininga e o rio Paranapanema, que estão entre os únicos rios não poluídos do estado de São Paulo. Dois lugares eram privilegiados: o encontro das águas e a queda d’água.

O encontro das águas acontece quando o rio Itapetininga deságua no rio Paranapanema ao pé de um monte, que é um marco, pois é avistado de todos os pontos do povoado. Por isso os moradores decidiram mudar o nome da cidade e incluir o monte nesse novo nome, para eles o monte era motivo de grande alegria, embelezava a cidade: o nome de Campina do Monte Alegre.