Rádio Conexão Católica

Paróquias celebram Dia de Santa Rita de Cássia neste sábado (22)

Neste sábado (22), comemoramos o Dia de Santa Rita de Cássia, conhecida como a Santa das Causas Impossíveis. Para celebrar a data, a Paróquia Santa Rita de Cássia de Itapetininga,  esta realizando a novena em honra a sua Padroeira. A celebração da Santa Missa acontece todas as noites às 19h30, presididas por Padres de nossa Diocese.

No sábado, Dia de Santa Rita de Cássia, haverá 05 Missas  nos seguintes horários: 06h; 09h; 12h; 15h e 19h30. Em todas as celebrações haverá a benção e distribuição das rosas. Vale ressaltar que para participar de forma presencial é necessário retirar a senha na Secretária Paroquial em horário comercial.

Essa medida foi tomada pelos organizadores da festa , devido a grande quantidade de fiéis que participavam da celebração do lado externo da Igreja. Devido a pandemia, todos os protocolos  de segurança serão respeitados conforme o decreto em vigor. A Igreja de Santa Rita de Cássia, fica na Rua Major Antônio de Arruda Moraes, 57 – Vila Olho D’Água em Itapetininga. Outras informações pelo telefone: (15) 3271 2749.
Tatuí
Já na Paróquia Santa Rita de Cássia de Tatuí, também acontece todas os dias,  a novena em honra à Santa Rita, com a celebração da Santa Missa em dois horários: 05h e 19h30. No sábado (22), três Missas serão realizadas para comemorar a data: 5h; 15h e 19h30. Para participar das celebrações eucarísticas é necessário fazer o agendamento na Secretaria Paroquial.
A Paróquia Santa Rita de Cássia de Tatuí fica na rua João Abrame, 406 – Jd Santa Rita em Tatuí. Mais informações pelo telefone: (15) 3259 0773 ou (15) 99609 9468.

 

Santa Rita de Cássia

Filha única de Antonio Lotti e Amata Ferri, nasceu em Roccaporena, a 5 km de Cássia, no ano de 1381 e foi batizada com o nome de Margherita (Margarida em latim que significa pérola ou pedra preciosa). Seus pais eram ‘pacificadores de Cristo’ nas lutas políticas e familiares entre os Guelfi e os Ghibelini. Deram o melhor de si mesmo na educação de Rita, ensinando-a, inclusive a ler e escrever.

Seu grande desejo era consagrar-se à vida religiosa. Mas, segundo os costumes de seu tempo, ela foi entregue em matrimônio aos 16 anos para Paulo Ferdinando Mancini, um jovem de boas intenções, mas vingativo. Tiveram dois filhos, e ela buscou educá-los na fé e no amor.

Com uma vida simples, rica de oração e de virtudes, toda dedicada à família, ela ajudou o marido a converter-se e a levar uma vida honesta e laboriosa. Sua existência de esposa e mãe foi abalada pelo assassinato do marido, vítima do ódio entre facções.

Rita conseguiu ser coerente com o Evangelho perdoando plenamente todos aqueles que lhe causaram tanta dor. Os filhos, ao contrário, influenciados pelo ambiente e pelos parentes, eram inclinados à vingança. Com um amor heroico por suas almas, ela suplicou a Deus que os levasse antes que cometessem um grave pecado. Ambos, ainda jovens, vieram a falecer em consequência de doenças naturais.

Sem o marido e os filhos, Santa Rita entregou-se à oração, penitência e obras de caridade e tentou ser admitida no Convento Agostiniano em Cássia, fato que foi recusado no início. No entanto, ela não desistiu e manteve-se em oração, pedindo a intercessão de seus três santos patronos – São João Batista, Santo Agostinho e São Nicolas de Tolentino – e milagrosamente foi aceita no convento. Isso aconteceu por volta de 1441.

Seu refúgio era Jesus Cristo. A santa de hoje viveu os impossíveis de sua vida se refugiando no Senhor. Rita quis ser religiosa. Já era uma esposa santa, tornou-se uma viúva santa e depois uma religiosa exemplar. Ela recebeu um estigma na testa, que a fez sofrer muito devido à humilhação que sentia, pois cheirava mal e incomodava os outros. Por isso teve que viver resguardada.

Morreu no ano de 1457 com 76 anos, após uma dura enfermidade que a fez padecer por quatro anos. Foi venerada como santa imediatamente após a sua morte, como atestam o sarcófago e o Códex miraculorum, ambos documentos de 1457-1462. Seus ossos, desde 18 de maio de 1947, repousam no Santuário, em uma urna de prata e cristal fabricada em 1930.

Hoje ela intercede pelos impossíveis de nossa vida, pois é conhecida como a “Santa dos Impossíveis”.

Santa Rita de Cássia, rogai por nós!